E cansativo ver parte da mídia reafirmando a cada jogo que a base utilizada em cada partida será a base de 2014. Só pra lembrar eles, Mano Menezes começou com 4-3-3, já utilizou 4-2-2-2 e aderiu agora ao 4-3-1-2 que se transforma em 4-2-3-1 em alguns momentos.
Quando falo base, pressuponho tudo que envolve uma preparação de um elenco para uma Copa do Mundo.
A seleção ainda não tem uma cara, pode ser que em algumas posições temos uma certa base, mas ainda falta um algo a mais.
Nossa defesa é quase certa que terá Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo, mas falta o goleiro. Júlio César era inquestionavelmente o goleiro de 2014, mas sua última temporada foi decepcionante. No Brasil, Victor aparecia como grande concorrente, mas aí apareceu Jeferson, que parece o mais cotado atualmente.
O meio-campo fica pra depois, pois se apresenta como mais bagunçado nessa seleção.
Mano deve aderir aos dois atacantes e com isso Neymar e Damião aparentam ser os favoritos para formarem o ataque em 2014, mas Pato deve ter atenção especial, depois dos bons jogos que vem fazendo.
Agora chegamos ao meio-campo, ou melhor, a falta dele. Não consigo dizer quais são os meias titulares atualmente da seleção. Nem pretendo descrever quais já foram utilizados.
Mano testou todos os tipos de geometria no meio-campo, mas nada dá certo. Um esquema que tende a ser utilizado deve ser com dois volantes e dois armadores. Ficaria assim e os nomes dos jogadores seriam do meu meio-campo atualmente:
Esse meio-campo teria como diferencial, o passe, pois todos apresentam excelentes características de saída de bola. Ganso e Oscar teriam um ao outro para se ajudarem, e com isso teriam a missão compartilhada de servir o ataque. Arouca ficaria preso, somente alimentando o meio e Hernanes seria o mais importante nesse meio, pois seria dele a responsabilidade de equilibrar o meio.
Previsões à parte, Mano deve sofrer muito para encontrar o esquema ideal, mas deve ter consciência de que o Brasil clama pela ofensividade, por isso não pode pensar em raça sem técnica.
Previsões à parte, Mano deve sofrer muito para encontrar o esquema ideal, mas deve ter consciência de que o Brasil clama pela ofensividade, por isso não pode pensar em raça sem técnica.








